Gabriel Priolli promove curso online sobre a história da televisão no Brasil

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Redação Portal IMPRENSA 14/09/2020 10:35


Ex-editor do Jornal Nacional, Gabriel Priolli promove o curso “Túnel do tempo – Como viemos da TV a lenha para milhões de canais”, de 21 a 24 de setembro.


O curso é oferecido na modalidade online ao vivo no aplicativo ZOOM. As aulas serão de segunda a quinta, das 19h às 21h30.


Priolli apresentará a evolução histórica do audiovisual eletrônico no Brasil, da introdução da televisão em 1950 até o ambiente atual, das redes sociais e sistemas digitais de distribuição de imagens. Ele mostrará como chegamos à comunicação por imagens que fazemos hoje e como construímos o nosso jeito de fazer.


O formato de exposição é inspirado em um seriado clássico da televisão, de grande sucesso mundial e no Brasil: O Túnel do Tempo, de Irwin Allen.


 


As aulas são guiadas por filmes, vídeos, fotos e artes dos períodos abordados. O conteúdo informativo e formativo é passado através da imersão dos alunos na iconografia de cada período. O roteiro expositivo é guiado pelas imagens. Os olhos são a porta de entrada dos conceitos apresentados.


O público-alvo do curso é o profissional e estudante de audiovisual, propaganda, jornalismo, teatro e mídias digitais. Além de interessados em geral na história da cultura e das comunicações brasileiras.



 


Crédito:Acervo pessoal



 


Cronograma 


Episódio/Aula 1 — Da TV ao vivo ao império do videoteipe. Primeiro: programação inteiramente local, ao vivo e elitista. Rádio transfere pessoal, formatos de programas e esquemas de publicidade. Agências de publicidade importam formatos e produzem programas. Comercialização “selvagem”, descontrole de anúncios. Operação precária, erros freqüentes, improvisação. Desarticulação com o cinema. Depois: produção em videoteipe. Copiagem e reexibição de programas. Comercialização de fitas de VT cria mercado nacional. Redução dos custos de produção, capitalização das emissoras. Produção centraliza-se no sudeste. Sucesso das novelas inibe avanço das séries e integração com o cinema.


 


Episódio/Aula 2 – Da TV em rede nacional à competição com o home video. Investimentos estatais para a integração do país e formação das redes nacionais de televisão. Transmissão via Embratel e via satélite. Implantação da TV a cores. Nacionalização e colorização da grade de programação. Articulação da TV com a política, concessões de canais para políticos. Surgimento do videocassete doméstico e do mercado de home video, com locação e venda de filmes e games. Nova fase para a produção independente. Sobe o satélite brasileiro, todo o território coberto por televisão. Novas redes de TV no mercado.


 


Episódio/Aula 3 – Da TV por Assinatura à TV Digital. Mudanças na tecnologia, no mercado e na legislação. Explosão da oferta de canais, a cabo e via satélite. Programação segmentada versus programação generalista. Influência dos formatos internacionais (sitcoms, game shows, reality shows). Guinada populista na TV aberta. Surgimento da internet, dispersão da audiência. Introdução da TV digital, debate regulatório, definição do modelo. A questão da interatividade: TV digital ou internet? Pressões por regionalização de programação, cinema brasileiro e produção independente na TV.


 


Episódio/Aula 4 – A formação do império digital. Avanço da internet, hesitações da TV na convergência tecnológica. Transição da mídia impressa para portais de conteúdo, concorrência na distribuição de vídeo.  Surgimento das redes sociais e conquista da hegemonia da audiência. Fragmentação na oferta de conteúdos audiovisuais. A rivalidade do YouTube com a TV, na sedução de milhões de espectadores. Tecnologia 3G e a conversão do celular em device principal da mídia contemporânea. Câmeras de vídeo no celular, redes sociais e empoderamento do telespectador. Deslocamento de papéis de produtores, distribuidores e consumidores de conteúdos audiovisuais. Milhões de novos canais: agora todo mundo é mídia.


 


Sobre Gabriel Priolli


Desde 1975, Priolli foi repórter, editor, apresentador, produtor, diretor e criador de programas, diretor de programação, de jornalismo e de rede, consultor e etc, nas tevês Cultura, Globo, Bandeirantes, Record, Gazeta, Canal 21 e TV Escola. 


Por 25 anos, cobriu televisão como repórter, editor, colunista ou crítico, na Folha de S.Paulo, Veja, O Estado de S.Paulo, Época, Gazeta Mercantil, Carta Capital, Imprensa e outros veículos. Também por 25 anos, foi professor de telejornalismo na PUC-SP, onde implantou e dirigiu a TV PUC. Fundou e presidiu o CNU-Canal Universitário de São Paulo, a ABTU-Associação Brasileira de Televisão Universitária e a TAL-Televisão América Latina. 


Inscrição 


A inscrição pode ser feita aqui.


 


 

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