Luiz Casali e Carlos Colesanti são tema de A Sintonia do Sucesso

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Trajetória dos empresários que criaram um modelo de programação e gestão em rádios é contada em livro que será lançado nesta segunda, 7


Teresa Levin
4 de maio de 2018 - 14h08



Livro de Gabriel Priolli traz a história de executivos que marcaram o rádio no Brasil (Crédito: Divulgação)


Eles se conheceram aos sete anos mas o encontro na infância levou a uma amizade que dura até hoje e a uma longa trajetória que influenciou o meio do rádio no Brasil. Por conta da força desta história, Luiz Casali e Carlos Colesanti são o tema do livro A Sintonia do Sucesso, escrito por Gabriel Priolli e editado pela Editora Noir. A publicação será lançada nesta segunda-feira, 7, no Museu da Imagem do Som (MIS) em São Paulo.


“O mercado editorial brasileiro é razoavelmente provido de livros acadêmicos sobre a comunicação, e de biografias ou depoimentos de artistas, jornalistas, radialistas e publicitários. Mas ele é muito limitado no que se refere a testemunhos de empresários, particularmente dos setores de rádio e de mídia exterior”, explica Gabriel. Segundo o autor, o depoimento que Luiz e Carlos fazem nesse livro, apresentado na Introdução como uma incomum “autobiografia” de dois sujeitos escrita por um terceiro, supre essa lacuna. “Ao contarem a história de suas vidas, paralela desde os sete anos de idade, eles fazem um raro relato de empreendimento na comunicação, inicialmente em comercialização de rádio, depois na própria operação de emissoras, e logo também na mídia exterior”, observa. Além da atuação nas empresas em que estiveram, os dois ainda participaram ativamente de entidades relevantes do setor como AESP, ABERT, Central do Outdoor, Sindicato das Empresas de Radiodifusão etc.


 


Luiz lembra que, apesar da trajetória de sucesso trilhada, ele e Carlos Colesanti tiveram a primeira derrota ainda cedo, aos 16 anos. “Montamos uma agência de publicidade, a Eco Propaganda, e foi um furo n’água!”, recorda. O livro relata este episódio e a meta dos dois, mesmo depois da derrota, de empreender. “Aos 18 anos tive a felicidade de ser convidado para trabalhar como contato publicitário de uma empresa chamada HB Representação, foi minha entrada e imediata paixão pelo veículo. Logo em seguida, assim que surgiu uma oportunidade, entrou o Carlão no circuito. Em 69 partimos para a nossa L&C”, recorda. Para ele, um dos méritos da dupla foi ter aprendido a introduzir o marketing onde havia somente a arte. “Pesquisa, marketing e arte fizeram um tripé de sustentação do nosso começo”, fala.

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