'Washington Post' dobra assinaturas digitais e prevê expansão

Folha de S. Paulo-Mercado









Edição do "Washington Post" em Maryland, nos Estados Unidos



DE SÃO PAULO


O presidente do "Washington Post", Fred Ryan, anunciou que o jornal dobrou o número de suas assinaturas digitais em 2017.


Em mensagem desejando boas festas aos profissionais da empresa, divulgada pelo site Axios, Ryan também afirmou que a receita publicitária do ano superou as metas estabelecidas.


Com isso, o faturamento obtido com publicidade ganhou maior participação na receita total da companhia.


Segundo ele, o jornal está bem preparado para mais um ano de lucro e ampliação de investimentos em 2018.


Em setembro, outro memorando da companhia informava que o jornal havia atingido 1 milhão de assinantes digitais. O número atual não foi informado.


O executivo afirmou que o jornalismo produzido pela companhia nunca foi melhor do que o atual.


"Consumidores de notícias demonstraram seu apreço, o que é evidenciado pelo crescimento rápido no número de páginas vistas, vídeos reproduzidos e outras métricas importantes de engajamento."


Ryan também destacou que o "Washington Post" vem se tornando um laboratório para inovação, buscando novas ferramentas para contar histórias.


O executivo disse que, a partir de parcerias com serviços como Apple News e Snapchat, o jornalismo da companhia vem atingindo mais pessoas, dispositivos e plataformas a partir de formatos variados.


Ele prevê aumento da equipe do jornal neste ano, em especial nas áreas de tecnologia e de negócios.


O crescimento da equipe será acompanhado de expansão do escritório da empresa.


O "Washington Post" conta atualmente com cerca de 800 jornalistas.


 


Em 2013, o jornal foi comprado pelo fundador da Amazon, Jeff Bezos, por US$ 250 milhões. 

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