Nota de pesar

Com profundo pesar informamos que faleceu na tarde desta quarta-feira, dia 11 de setembro de 2019, aos 89 anos, Antônio Reginaldo Geiss, ex diretor da AESP e um dos fundadores da Rádio Jornal de Indaiatuba.


 


Ele estava internado em um hospital da cidade e informações sobre velório e sepultamento ainda não foram divulgadas pela família.


 


Geiss foi presidente da Fundação Pró-Memória de Indaiatuba. Nasceu, cresceu e consolidou sua vida da cidade de Indaiatuba, ajudando então no progresso da cidade e participando ativamente da vida social e cultural do município.


 


Trabalhou no Banco Mercantil de São Paulo por mais 37 anos. Foi diretor administrativo da IVESA (Indaiatuba Veículos S. A) de 1974 a 1982, empresa que havia fundado em 1965 na companhia de alguns amigos. Também exerceu a função de diretor financeiro, de 1982 a 1985, na empresa familiar, Indústria Metalúrgica Puriar S/A. Foi diretor administrativo da Rádio Jornal de Indaiatuba Ltda, desde 1985, empresa fundada em 1978 pelos mesmos sócios da IVESA.


 


Na década de 1980, a Fundação Pró-Memória viu a necessidade de criar a instituição para manter viva a história da cidade por meio de fotos e documentos históricos. De acordo com ele, em entrevistas, houve um movimento naquela época para preservar o casarão que seria demolido, pois a família proprietária do espaço estava vendendo o imóvel. O protesto surtiu efeito e o espaço foi comprado pela Prefeitura, que designou o local para projetos culturais. Para isso uma comissão foi formada pelo Geiss, Nilson Cardoso, Antônio da Cunha Penna, Antônio Arlindo Gomes entre outros.


 


No conselho da AESP, foi sempre atuante, apoiando a associação em todas as demandas do setor.


 


No ano passado, Geiss teve a biografia lançada. De acordo com a autora, cada fato cotidiano da vida do biografado está contextualizado a ponto de relacionar sua vida privada com a vida pública não só da cidade, mas também do Brasil, relacionando pequenos fatos corriqueiros a reconhecidos acontecimentos nacionais e até mundiais. “Nascido para ser um livro de memórias, acabou sendo uma obra de História.“ afirma a autora Eliana Belo.


 


A Diretoria da AESP por meio desta nota, vem manifestar seus sentimentos e prestar solidariedade a seus familiares e amigos pela perda tão significativa.

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