SET Centro-Oeste: a TV aberta segue como um grande negócio

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Painel sobre TV aberta reuniu publicitários e especialistas em marketing no SET Centro-Oeste. Foto: Fábio Lima/SET


As mudanças nos hábitos de consumo de conteúdo audiovisual e a força da TV aberta foram os temas do terceiro painel do SET Centro-Oeste 2019, realizado na tarde do dia 8 de outubro, no auditório da PUC-Goiás, em Goiânia. Os palestrantes mostraram como o meio continua a ser o mais importante veículo para anunciantes e para o mercado publicitário.


 


O painel, intitulado Negócios: a força da TV aberta x o consumo de mídia, contou com a participação de Orlando Soares Faria, Diretor de Programação da Rede Anhanguera, que moderou a sessão, e de Arthur Bernardo Neto, Diretor Comercial das Regionais Centro Oeste, Norte e Nordeste da Kantar IBOPE Media; Cristiana Moreira, Diretora de Negócios do Grupo Jaime Câmara em Goiânia; e Lênio Prudente Filho, Sócio-diretor da Box Comunicação.


 



 


 


O moderador Orlando Soares Faria. Foto: Fábio Lima/SET.


 


 


 


“As pessoas querem conteúdo”, disse Faria, iniciando o painel. “As redes de TV de todo o Brasil estão investindo em conteúdo regional e ampliando a hora local”, disse. “A TV aberta é um canhão que atinge todos os segmentos”, ressaltou.


“De 2014 a 2019, houve um crescimento constante nos índices de audiência de TV”, afirmou Arthur Neto, do Kantar Ibope Media. “A TV continua crescendo”, afirmou ele, e ressaltou em especial o público jovem-adulto. “Este público está consumindo web sim, mas ele segue consumindo TV com muito mais intensidade”, disse.


“Em média, um indivíduo passa mais de 6 horas por dia na frente da TV”. “A TV, em comparação com outros meios, tem mais importância entre o jovem de 16 a 24 anos do que o YouTube ou o Netflix”. “No caso de Redes Socais, a TV repercute, em especial no twitter”, explicou.


 


“O conteúdo da TV circula no meio digital”, finalizou. “A TV é de graça hoje e será de graça sempre”, arrematou o diretor da TV Anhaguera, Orlando Faria.



 


Arthur Bernardo Neto, do Kantar Ibope Media


Na sequência, Cristiana Moreira, executiva de marketing do Grupo Jaime Câmara, falou sobre a força da TV aberta. “Os negócios de comunicação estão passando por uma metamorfose”, iniciou ela. Por isso, é muito importante entender a diferença entre marketing de massa e de precisão”, disse a executiva.


 


“O sucesso de uma campanha depende da emoção, do alcance e da fama”, explicou. “Todas essas relações acontecem na TV aberta: todas as gerações e todos os públicos se encontram na TV aberta”, avaliou. “Muitas marcas digitais têm feito campanhas na TV aberta como forma de se tornarem mais conhecidas”.



 


Cristina Moreira, Grupo Jaime Câmara. Foto: Fábio Lima/SET.


“Negócios disruptivos estão usando veículos de massa para ampliar o público, como aplicativos e sites”. A TV aberta consegue alavancar negócios digitais: eles trabalham juntos e se retroalimentam”, explicou.


 


O publicitário Lênio Prudente Filho finalizou o painel, abordando a sua experiência como comprador de mídia. “O que é mais barato: imprimir um panfleto ou anunciar na TV aberta?”, perguntou. Para responder:  “TV é muito mais barato que um panfleto”, comparou. “Para entender o meio TV é necessário conhecer o alcance da audiência”, explicou.



 


Lênio Prudente Filho, Box Comunicação. Foto: Fábio Lima/SET


“O anunciante, em momento de crise, anuncia na internet porque é um meio mais barato. Mas ele percebe que isso não adiante e volta para a TV”, completou Cristina.


 


 

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